História |
A Diocese de Amparo nasceu no dia 23 de dezembro do ano de mil novecentos e noventa e sete. Foi um momento de grande alegria, pois há muito tempo se pensava em tornar a REGIÃO LESTE DE CAMPINAS em uma Diocese, pois, com o crescimento rápido da Arquidiocese de Campinas, tornava-se difícil à presença do pastor, o Arcebispo Metropolitano, junto a todas as comunidades. Formou-se então uma comissão composta de párocos dessa região leste da Arquidiocese encarregada de estudar e encaminhar o assunto, instaurando assim um PROCESSO DE CRIAÇÃO DA NOVA DIOCESE. Muitas reuniões foram feitas e a equipe responsável, assessorada por técnicos, promoveu um amplo levantamento sócio-econômico-religioso da região, visitando todas as paróquias e comunidades, produzindo um trabalho escrito de grande valor histórico, que, posteriormente, foi enviado a Santa Sé. O então Arcebispo de Campinas, Dom Gilberto Pereira Lopes, na Assembléia dos Bispos do Regional Sul da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB, em Itaici, município de Indaiatuba, pediu o parecer dos Bispos do Estado de São Paulo, que foi favorável, por unanimidade, à criação da nova Diocese. O Arcebispo escreveu, então, carta ao Santo Padre, o Papa João Paulo II, em 20 de Abril de 1.995, nestes termos: "Prostados ante Vossa Santidade e implorando benção, venho trazer o pedido de criação de uma nova Diocese, desmembrada da nossa Arquidiocese de Campinas, no Estado de São Paulo, Brasil". .png) No dia 23 de dezembro de 1.997, Sua Santidade o Papa João Paulo II, atendendo o pedido criou através da Bula Pontifícia, “ECCLESIAE UNIVERSAE”. a Diocese de Amparo, no Estado de São Paulo, Brasil, com território desmembrado da Arquidiocese de Campinas e de uma pequena parte do território da Diocese de Limeira. Assim, a Diocese de Amparo é formada por onze municípios: AMPARO, MOGI-MIRIM, ITAPIRA, HOLAMBRA, SANTO ANTÔNIO DE POSSE, PEDREIRA, JAGUARIÚNA, MONTE ALEGRE DO SUL, SERRA NEGRA, LINDÓIA e ÁGUAS DE LINDÓIA. Na mesma Bula Papal, o Santo Padre nomeou como bispo diocesano de Amparo, Dom Francisco José Zugliani, do clero da Diocese de São Carlos no Brasil, pároco de Nossa Senhora do Patrocínio, na cidade de Jaú. A instalação da nova diocese aconteceu no dia 25 de março de 1.998, em cerimônia memorável, com solene celebração eucarística defronte a Igreja Catedral, presidida por Dom Gilberto Pereira Lopes, Arcebispo Metropolitano de Campinas, com a participação marcante de bispos, sacerdotes, religiosos, religiosas e milhares de fiéis vindos das onze cidades da Diocese de Amparo. Nessa missa, foi também empossado como bispo diocesano, Dom Francisco José Zugliani. A nova diocese surgia então com 22 paróquias, 19 sacerdotes do clero diocesano, 13 sacerdotes do clero religioso, 162 religiosas distribuídas por 9 congregações e 23 casas religiosas. Conta ainda a diocese com um Seminário “Instituto de Formação Vocacional São José”, localizado na paróquia de Santo Antônio, na cidade de Pedreira. A Diocese de Amparo é dividida em três foranias: 1) FORANIA NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO Vigário Forâneo: Pe. Edgar de Barros Briozo Composição: Compreende as Paróquias de: ÁGUAS DE LINDÓIA: Paróquia Nossa Senhora das Graças; AMPARO: Paróquia Nossa Senhora do Amparo - Catedral Diocesana, Paróquia São Benedito, Paróquia São João Batista, Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Arcadas e Paróquia São Sebastião; LINDÓIA: Paróquia Nossa Senhora das Brotas; MONTE ALEGRE DO SUL: Paróquia Senhor Bom Jesus - Santuário; SERRA NEGRA: Paróquia Nossa Senhora do Rosário e Paróquia São Francisco de Assis. 2) FORANIA SÃO JOSÉ Vigário Forâneo: Pe. Tadeu Francisco Bonetti Composição: Compreende as Paróquias de: ITAPIRA: Paróquia Nossa Senhora da Penha, Paróquia Santo Antonio, Paróquia São Benedito, Paróquia São Judas Tadeu, Paróquia Nossa Senhora Aparecida dos Prados; Paróquia Santa Rita de Cássia. MOGI MIRIM: Paróquia Santa Cruz, Paróquia São Benedito, Paróquia São José, Paróquia Senhor Bom Jesus do Mirante, Paróquia São Joaquim e Sant´ana e Paróquia São Pedro Apóstolo. 3)FORANIA SANT'ANA Vigário Forâneo: Pe. Charles Franco Peron Composição: Compreende as Paróquias de: HOLAMBRA: Paróquia Divino Espírito Santo; JAGUARIÚNA: Paróquia Santa Maria, Paróquia Sagrado Coração de Jesus e Paróquia Beata Irmã Dulce; PEDREIRA: Paróquia Sant'Ana, Paróquia Santo Antonio de Pádua e Paróquia Nossa Senhora Aparecida. SANTO ANTONIO DE POSSE: Paróquia Santo Antonio. |
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Dom Pedro Carlos Cipolini |
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Nasceu aos 04 de maio de 1952, na cidade paulista de Caconde, filho de João Cipolini e Alzira Carneiro Cipolini. Tem três irmãos, um dos quais é também sacerdote, e três irmãs. Na Matriz de Nossa Senhora da Conceição (hoje Basílica) em Caconde, foi batizado em 25 de maio de 1952, crismado em 14 de novembro de 1954 por D. Luiz Mousinho e fez a primeira comunhão em 18 de outubro de 1959. Cursou a escola primária no Grupo Escolar Dr. Cândido Lôbo, em Caconde, e o ginásio e colegial no Ginásio Prof. Fernando Magalhães, também em Caconde. Em 1973, ingressou no Seminário Central Imaculada Conceição, do Ipiranga (São Paulo-SP), pela Diocese de Franca-SP. Cursou Filosofia na FAI (Faculdades Associadas do Ipiranga), em São Paulo (1973-1975). Cursou também Pedagogia (1975-1976), obtendo a licenciatura em Filosofia e Pedagogia. Fez o curso integrado de Teologia, na Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, da Arquidiocese de São Paulo, obtendo o bacharelado em Teologia (1973-1977). Foi ordenado diácono na Catedral da Imaculada Conceição em Franca-SP, em 07 de setembro de 1977, e Presbítero na mesma catedral, no dia 25 de fevereiro de 1978, pelo Bispo Diocesano de Franca, D. Diógenes Silva Matthes. Nomeado pároco da Paróquia São Sebastião, em Franca, tomou posse em 16 de março de 1978. Aí desenvolveu intenso apostolado, reorganizando a paróquia, dividindo-a em setores pastorais. Promoveu as pastorais e o trabalho do Grupo Fraterno Auxílio Cristão, em prol dos menos favorecidos. Reformou a igreja e a casa paroquial, promovendo a construção da Igreja do Menino Jesus de Praga, hoje Paróquia. Foi também pároco do município de Restinga, então capela anexada à Paróquia de S. Sebastião, de Franca. Em 1980, publicou pela Editora Paulinas, o livro “Um cristão para hoje”, que atingiu várias edições. Entre outros cargos ocupados na Diocese de Franca, Pe. Pedro foi Coordenador Diocesano de Pastoral (1982-1983), professor e coordenador de estudos do Seminário Propedêutico (1983-1984). Em 1984-1985, cursou pós-graduação em Teologia, na Faculdade Pontifícia Nossa Senhora da Assunção, em São Paulo, obtendo o Mestrado em Teologia, após defender tese em Teologia Dogmática. No ano em que morou em S. Paulo para escrever sua tese, foi vigário paroquial da Paróquia Imaculada Conceição, do Ipiranga, junto à Faculdade Assunção (1985). Frequentou o Curso de Extensão Universitária sobre o novo Código de Direito Canônico, no Instituto de Teologia Salesiano Pio IX, em julho de 1983. Transferindo-se para Campinas, passou a lecionar no Instituto de Teologia da PUC. Foi nomeado pároco da Paróquia dos Santos Apóstolos, na Vila Boa Vista, na periferia de Campinas, tomando posse da paróquia em 28 de dezembro de 1985. Foi definitivamente incardinado no clero de Campinas, por decreto do Sr. Arcebispo D. Gilberto Pereira Lopes, datado de 28 de janeiro de 1987. Na Paróquia dos Santos Apóstolos, atuou no sentido de incentivar as pastorais sociais e a participação do povo na melhoria da qualidade de vida. Fundou e desenvolveu a Pastoral da Saúde para visita aos doentes. Realizou construções de salas para catequese e capela nos Parques Santa Bárbara e Fazendinha. Durante os anos de 1987 a 1989, exerceu o cargo de Diretor Espiritual do Seminário Propedêutico São José de Pedreira e Seminário Imaculada de Filosofia da Arquidiocese. Também foi Vigário Episcopal da Região Episcopal Norte, de 1988 a 1990. Foi membro do Conselho Episcopal e do Conselho de Pastoral da Arquidiocese. Em janeiro e fevereiro de 1990, frequentou o curso de Eclesiologia para professores de Teologia, promovido pela SOTER/INP/CNBB. Cursou o doutorado em Teologia na Itália, residindo em Roma, no Colégio Pio Brasileiro (1990-1992). Estudou na Universidade Gregoriana, onde defendeu tese de doutorado em Eclesiologia, conseguindo a laurea (magna cum laude). Teve oportunidade de visitar vários países da Europa e participar de cursos e estudos em muitas instituições culturais. Regressando a Campinas em 1993, foi nomeado Administrador Paroquial e, em seguida, pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, no Bairro Taquaral. Foi Diretor de Estudos do Seminário Imaculada de Teologia da Arquidiocese de Campinas (1993-1994). Retomou suas aulas na PUC, a partir de 1993, como Professor Titular, lecionando História da Igreja Antiga, Eclesiologia, Mariologia e Epistemologia Teológica, Estágio Pastoral (Ecumenismo e Pastoral Urbana). Em 1996, fez parte da Comissão Central do "Projeto de Evangelização Rumo ao Novo Milênio". Foi Coordenador do Departamento de Teologia Sistemática no ITCR-Puccamp, de 1997 a 1998. Em 1997, fez o Curso de Extensão Universitária sobre “Formação Espiritual nos Seminários Maiores”, em Viamão-RS, promovido pela CNBB e Faculdade de Filosofia da PUCRS. Na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, promoveu a reorganização e modernização da paróquia, direcionando-a para ser um centro de pastoral e evangelização. Instituiu o Conselho de Assuntos Econômicos (CAE) e o Conselho de Pastoral Paroquial (CPP). Organizou vários cursos de formação e atualização para casais, jovens e crianças. Teve papel destacado no trabalho de conscientização da população, a fim de reivindicar e conseguir a melhoria das condições de saúde da população do Taquaral, através da construção, pelo município, de um Novo Centro de Saúde, atualmente em funcionamento. Escritor e articulista, publica seus artigos no jornal Correio Popular. Manteve uma coluna quinzenal no jornal do Bairro Taquaral (Folha do Taquaral), enquanto ali trabalhou. Aliando ao ministério da pregação da Palavra de Deus no púlpito, o ministério da pregação pela imprensa e meios de comunicação, são inúmeras as entrevistas, principalmente pela TV, que tornaram o Pe. Pedro Carlos Cipolini conhecido na cidade de Campinas, além de cursos, retiros, palestras e pregações em diversas Igrejas e comunidades. Em 03 de março de 1997, Pe. Pedro Carlos Cipolini foi escolhido para ser o Vigário Forâneo da Forania Coração de Maria, uma das cinco Foranias (ou regiões pastorais) em que está dividida a cidade de Campinas, cargo que exerceu até o fim do mandato em 1999. Foi Diretor Espiritual do Seminário Imaculada de Filosofia, da Arquidiocese de Campinas (1997-2000) e membro do Conselho de Presbíteros. Em 1998, foi nomeado pelo Sr. Arcebispo de Campinas, Coordenador Responsável da visita das Relíquias de Santa Teresinha a Campinas, acontecimento que reuniu milhares de pessoas para momentos inesquecíveis de veneração, oração e emoção. No dia 08 de março de 1998, com a bênção do Arcebispo de Campinas, Pe. Pedro inaugurou a Capela de São Sebastião, que também faz parte da Paróquia Nossa Senhora de Fátima. A ampliação e reforma desta antiga capela era uma aspiração da população do bairro, há bem vinte anos. Demolida a capelinha antiga em 1995, a nova foi construída em tempo recorde, com a ajuda da população. Recebeu o título de “Cidadão Honorário de Campinas”, em 06 de março de 2000, título concedido a pedido do vereador Romeu Santini e aprovado por unanimidade pela Câmara Municipal. Em julho de 2000, publicou pela Editora Alínea, um livro sobre pastoral urbana, “Cidade transfigurada: o futuro do mundo urbano passa pela solidariedade”. Em 09 de setembro de 2000, na Basílica Nossa Senhora do Carmo, Pe. Pedro tomou posse como o novo pároco da Paróquia Nossa Senhora do Carmo, no centro de Campinas, indo substituir Mons. Geraldo Azevêdo nas lides daquela Paróquia, onde se encontra até hoje. Foi nomeado Vigário Forâneo da Forania Santos Apóstolos, para o biênio de 2001-2002. Desde então tem exercido a função de Diretor Espiritual da Ordem Terceira Secular de Nossa Senhora do Monte Carmelo, anexa à Basílica. Em 06 de março de 2001, foi nomeado Cônego Catedrático do Cabido Metropolitano de Campinas. Em 05 de dezembro de 2002, foi nomeado Vigário Episcopal da Região Episcopal Campinas, cargo que ocupou até a chegada do novo Arcebispo, D. Bruno Gamberini, em agosto de 2004, quando então foi nomeado Coordenador de Pastoral da Região Campinas, permanecendo no cargo até dezembro de 2008. Em março de 2003 foi nomeado Assessor Eclesiástico da Comissão Arquidiocesana de Pastoral Familiar. De 2002 a 2008, foi membro do Conselho Arquidiocesano de Pastoral (CAP) e do Conselho de Presbíteros. De de 2004 a 2008, foi membro da Coordenadoria de Pastoral. Recebeu da Câmara Municipal de Campinas, a medalha Arautos da Paz, em 26 de novembro de 2004. Desde 2008, é Assessor da Comissão Arquidiocesana em Defesa da Vida. Foi nomeado pelo presidente da CNBB, Card. Geraldo Magela Agnello, membro da comissão teológica de peritos da Comissão de Doutrina da Fé para o mandato de 2003-2006 e confirmado para o período de 2007-2009. Em 27 de fecereiro de 2009 foi nomeado pelo Arcebispo Dom Bruno Gamberini, Capelão da Irmandade e da Santa Casa de Misericórdia de Campinas. Em 16 de março de 2010 foi nomeado Arcediago (Presidente) do Cabido Metropolitano de Campinas. Eleito bispo diocesano de Amparo pelo Papa Bento XVI em 14 de julho de 2010. Sagrado bispo na catedral de Campinas no dia 12 de outubro de 2010 e empossado dia 24 de outubro de 2010 na catedral de Amparo. Recebeu o título de cidadão amparense em 21.12.2010. Foi nomeado Membro da Comissão Pastoral para a Doutrina da Fé da Conferência Nacional dos bispos do Brasil em junho de 2011. No dia 30 de julho tornou-se professor emérito da Universidade Católica de Campinas onde lecionou por 25 anos na Faculdade de Teologia. BRASÃO EPISCOPAL  Escudo encimado por uma pila em ouro sobre campo de esmalte vermelho Simbologia: a pila com seu formato triangular simboliza a Trindade que irrompe no mundo redimido pelo sangue de Cristo (campo vermelho) com seu poder criador. A revelação do mistério da Trindade, que convida a Humanidade á comunhão, é fundamento, cume e meta da missão de Jesus Cristo e seus seguidores: “Quando Jesus reza ao Pai para que todos sejam um, como nós somos um, abre perspectivas inacessíveis à razão humana, sugere alguma semelhança entre a união das pessoas divinas e a união dos filhos de Deus na verdade e na caridade” (Vaticano II, GS 24). Sobre a pila dourada um coração de esmalte vermelho encimado por uma chama vermelha Simbologia: A cor dourada da pila simboliza Deus Pai Criador de todas as coisas. O coração simboliza Jesus Cristo, o qual manifesta o segredo mais íntimo de Deus Pai: sua misericórdia: “Sede misericordiosos como vosso Pai é misericordioso” (Lc 6,36). A chama que encima o coração representa o Espírito Santo que ilumina e dirige, fazendo germinar as sementes do Reino na História. O bispo é vigilante como o Pai, pastor como o Filho e Profeta na força do Espírito, governando na firmeza e mansidão. No campo de esmalte vermelho, duas chaves (em ouro e prata) cruzadas ou decusadas em aspas, sob elas um crescente de prata. Simbologia: As chaves representam a Igreja, Corpo de Cristo e Povo de Deus reunido em nome da Trindade (LG 4): “Na verdade quem recebeu as chaves não foi um único homem, mas a Igreja Uma”(Sto. Agostinho, Sermo 295, PL 38 p. 1348ss). Na amplidão do mundo redimido está a Igreja, uma santa católica e apostólica (Vaticano II,LG 8) missionária por natureza (Vaticano II,AG 2), “coluna e sustentáculo da verdade” (1Tm 3, 15). As chaves homenageiam S. Pedro, querem significar a fidelidade ao primado romano, princípio visível de comunhão na caridade (Vaticano II, CD 2). Homenageia também a Puccamp e a Basílica do Carmo que tem as chaves em sua simbologia e onde o novo bispo trabalhou por longos anos como professor e pároco.O novo bispo deseja sentir com a Igreja e amá-la como “ Cristo a amou e se entregou por ela” (Ef 5,25). A lua crescente tirada do Brasão da terra natal, simboliza a Imaculada Conceição e representa Maria, Mãe de Jesus, discípula fiel, a primeira na Igreja onde seu exemplo e intercessão. A Imaculada é orago da igreja onde foi batizado o novo bispo, do seminário onde estudou, da catedral onde se ordenou sacerdote e bispo e das duas dioceses a que pertenceu. LEMA IM NOMINE IESU (Cl 3.17) escrito em blau sobre listel prateado Quer orientar a vivência do ministério episcopal do novo bispo. O verdadeiro discípulo age em nome de Jesus e o Bispo foi investido para agir diante da Igreja toda “in persona Chisti (Vaticano II LG 21 )”A missão do bispo, sucessor dos apóstolos é o serviço exercido em nome de Jesus. Recebemos o ofício de embaixadores e viemos da parte de Deus. Esta é a dignidade do ofício de Bispo (S. João Crisóstomo, in Com. Ad Col. 3, 5). Portanto o bispo não age em nome próprio, não se pertence, mas aos que serve por amos e em nome de Jesus. Assim sendo, é movido por misericórdia como Jesus Cristo: misericórdia motus (Lc 7,13). A cruz dourada, o chapeu prelatício ou capelo e os pendentes verdes sobre o escudo, representam a dignidade do ministério (serviço) episcopal. 
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Dom Francisco José Zugliani |
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Nasceu em Mineiros do Tietê - SP, no dia 1 de maio de 1.934. Filho de Angelo Zugliani e Neide Ometto Zugliani, terceiro filho de sete irmãos. Ordenou-se sacerdote no dia 9 de julho de 1.961, na matriz de Nossa Senhora do Patrocínio, na cidade de Jaú. Iniciou seus trabalhos na Diocese de São Carlos, como Vigário da Paróquia de Itapuí. Em 1.982 assumiu como pároco a Paróquia de Nossa Senhora do Patrocínio, onde permaneceu até ser ordenado bispo diocesano e assumir a Diocese de Amparo. O Escudo Episcopal está dividido em dois campos em azul e vermelho. Na parte superior, o lírio prata sobre o campo azul, representa a presença de Maria que no sim, dado à luz da fé, sustenta o sim do novo bispo a Deus, no serviço episcopal a Igreja. Homenageando Nossa Senhora do Amparo padroeira da diocese. No campo central do escudo, em vermelho, cor que significa vida, está o pelicano em prata, bicando o próprio peito, tirando sangue para alimentar seus filhotes em volta do ninho, simbolizando Cristo que na sua morte ressurreição é Luz e Vida, para aqueles que estão à serviço da Igreja. Os 3 lírios de 3 folhas representam o Deus Trinitário, Fonte genuína de luz da vida. |
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Nossa Senhora do Amparo - História |
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Nos primeiros trezentos anos da História da Igreja, os cristãos se preocuparam com a própria existência, por força das perseguições romanas. Realizavam os cultos às escondidas, nas Catacumbas. Por isso, era impossível aprofundar as belezas contidas nas palavras dos evangelistas. Constantino I, denominado, também, de "o Grande" nasceu em Naissus no ano 274. Na véspera da batalha, na luta de sucessão, ele teve um sonho, no qual lhe pareceu ver um escudo com uma cruz, e ouviu uma voz que dizia "com este sinal, vencerás". Ele mandou, então, pintar nos escudos dos seus soldados o símbolo da salvação. Realmente, venceu. Tornou-se imperador no ano 306. Foi consagrado protetor da nova religião, com sua vitória sobre Maxêncio, junto às muralhas de Roma. Em 313, decidiu, definitivamente que o Cristianismo seria a religião do Império. Pelo edito de Milão, os adeptos da nova fé, ficavam livres para praticar a sua religião livremente. Essa liberdade trouxe a grande vantagem de poderem meditar mais sobre o conteúdo das palavras de Cristo. Entre elas, foi a doação de Sua Mãe Maria, como nossa mãe espiritual, quando, pregado na cruz, olhando para São João, que nos representava, lhe disse: "Eis tua mãe". Conforme narra a lenda, os cristãos quiseram representar essa incumbência, para sempre. A pedido de Nicodemos, São Lucas pintou e esculpiu Maria ao pé da cruz, recebendo o mandato de ser mãe de todos, representados por São João. Ao evangelizar a Península Ibérica, São Tiago levou consigo a pintura para homenagear a Mãe de Deus e nossa. Daí se explica a grande devoção popular à Mãe de Deus em toda aquela região. Muitos santuários foram construídos para veneração daquela que Jesus nos deixou por mãe. A devoção do povo não demorou em perpetuar a grande bondade de Cristo em dar Maria como protetora. Referindo-se aos seus cuidados maternos, todos queriam colocar-se sob seu "amparo". Assim é que pessoas, vilas, cidades foram postas sob o manto de Maria, representando a proteção celestial da mãe do Salvador e nossa. No Brasil, há três Municípios com nome de Amparo, um, no Estado de São Paulo, Diocese de Amparo, outro no Estado de Sergipe: Amparo de São Francisco e no Estado do Minas Gerais: Amparo da Serra. Um dos primeiros templos brasileiros dedicados à Nossa Senhora do Amparo foi o de Olinda, que já existia em 1617 e foi reconstruído trinta anos depois. A cidade de Januária, no estado de Minas Gerais, à beira do Rio São Francisco, a tem como padroeira. No decorrer dos séculos, esse amparo foi simbolizado de diferentes maneiras: Maria cobrindo com seu manto aos seus devotos; Maria sentada, segurando com sua mão esquerda o Menino Jesus de pé sobre os joelhos e com a mão direita em sinal de bênção aos que a invocam; Maria em pé com Jesus deitado no braço esquerdo e com a mão direita afagando o menino que, por sua vez, nu, quer significar nossa extrema pobreza necessitando da proteção materna. |
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Nossa Senhora do Amparo - Oração |
Ó dulcíssima Senhora do Amparo, bem sabemos que, miseráveis pecadores, não éramos dignos de vos possuir neste vale de lágrimas, mas sabemos, também, que a vossa grandeza não voz faz esquecer a nossa miséria e, no meio de tanta glória, a vossa compaixão, longe de diminuir, aumenta cada vez mais para conosco (pede-se a graça). Do alto do trono em que reinais, sobre todos os Anjos e Santos, volvei para nós os vossos olhos misericordiosos! Vede a quantas tempestades e mil perigos estaremos, sem cessar, expostos até o fim da nossa vida. Pelos merecimentos da fé, da confiança e da santa perseverança na amizade de Deus, pedimos que possamos um dia ir beijar os vossos pés e unir as nossas vozes às dos espíritos celestes, para vos louvar e cantar as vossas glórias, eternamente, no céu. Assim seja.
NOSSA SENHORA DO AMPARO
AMPARAI-NOS!
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Governo Diocesano |
Bispo DiocesanoDOM PEDRO CARLOS CIPOLINI Atendimento: Ao povo: terças-feiras das 14h30 às 17h00 na Cúria Diocesana Aos padres: quartas-feiras das 14h30 às 17h30 na Residência Episcopal Cúria DiocesanaRua Conde de Parnaíba, 294 – Centro – CEP 13900-140 Caixa Postal 248 – CEP 13900-970 - AMPARO – SP Fone/Fax: (19) 3807-3192 E-mail: diamparo@uol.com.br - Site:www.diocesedeamparo.org.br VEJA O MAPA Vigário Geral e Moderador da CúriaMonsenhor Pedro Maia Pastana Atendimento: Quinta-feira às 14h00 Ecônomo e Procurador GeralPadre César Domingues de Oliveira Atendimento: terças e quintas-feiras das 14h00 às 17h00 ChancelerPadre Anderson Frezatto Atendimento: terças-feiras das 09h00 às 11h00 Vigários Forâneos:Pe. Edgar de Barros Brioso -Forania Nossa Senhora do Rosário Pe. Charles Franco Peron - Forania Santana Pe. Tadeu Francisco Bonetti - Forania São José Coordenador Diocesano de PastoralPadre Carlos Roberto Panassolo Atendimento: Quintas-feiras das 14h30 às 17h00 Coordenador de Departamento Jurídico e Assessor CanônicoPadre Adriano Broleze Colégio de ConsultoresPe. Carlos Alberto Rodrigues Jorge Pe. Charles Franco Peron Pe. Gilberto Edison Schneider Pe. João Gonçalves da Silva Pe. Milton Modesto Pe. Nelson Antonio Demiciano Mons. Pedro Maia Pastana Conselho de Presbíteros (2011-2012)Dom Pedro Carlos Cipolini - Presidente Pe. Candido Eduardo da Costa - Coordenador Pe. Sidney Wilson Basaglia - Secretário Pe. Alexandre Pereira Pe. Carlos Roberto Panassolo Pe. Gilberto Edison Schneider Pe. João Gonçalves da Silva Frei João Pereira da Silva Mons. Pedro Maia Pastana Pe. Nelson Antonio Demiciano Pe. Tarlei Navarro Pádua Souza Conselho de Assuntos EconômicosDom Pedro Carlos Cipolini Mons. Pedro Maia Pastana Pe. César Domingues de Oliveira Pe. Adriano Broleze João Guerino Khouri Pedro Daniel Gregório Marize Izídio Gregório EconômatoEcônomo e Procurador Geral: Pe. César Domingues de Oliveira Atendimento na Cúria: terças e quintas-feiras das 14h00 às 17h00. Tesouraria:Tesoureiro: Mário Facca Filho Expediente da Tesouraria: Atendimento: de segunda à sexta-feira das 13h00 às 17h00 Fone: (19) 3817-3434 E-mail: econdiamparo@uol.com Contador: Empresa de Apoio Administrativo Santana Rua Washington Luiz, 46 – Centro - CEP: 13900-020 Amparo – SP - Fone: (19) 3807-9338 Responsável: João Noel Concimo e Ângela Maria Concimo Expediente: das 08h00 às 11h00 e das 13h00 às 17h00 Departamento JurídicoCoordenador: Pe. Dr. Adriano Broleze Procurador: Pe. César Domingues de Oliveira Dr. Adib Kassouf Sad Dr. Francisco Vieira Júnior Dr. Márcio Braz de Souza Dr. Marcelo Bigareli Dr. Maurício Dematti Junior Dr. Rubens José Bataglini Dra. Solange Batista do Prado Comissão de arte sacra(Conservação, Restauração e Construção) Coordenador: Pe. Nelson Antonio Demiciano Câmera EclesiásticaPe. Sidney Wilson Basaglia – Juiz Auditor Pe. Tadeu Francisco Bonetti – Juiz Auditor Adjunto Adriano Caetano Filho – Notário |
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Admistração Diocesana |
Chanceler Padre Francis Tadeu de Oliveira Mistrelli Atendimento: terças-feiras das 14h30 às 17h00
Econômato Ecônomo e Procurador Geral: Pe. César Domingues de Oliveira Atendimento na Cúria: terças e quintas-feiras das 14h00 às 17h00.
Tesouraria: Tesoureiro: Mário Facca Filho Expediente da Tesouraria: Atendimento: de segunda à sexta-feira das 13h00 às 17h00 Fone: (19) 3817-3434 E-mail: econdiamparo@uol.com
Contador: Empresa de Apoio Administrativo Santana Rua Washington Luiz, 46 – Centro - CEP: 13900-020 Amparo – SP - Fone: (19) 3807-9338 Responsável: João Noel Concimo e Ângela Maria Concimo Expediente: das 08h00 às 11h00 e das 13h00 às 17h00
Departamento Jurídico Coordenador: Pe. Dr. Adriano Broleze Procurador: Pe. César Domingues de Oliveira Dr. Adib Kassouf Sad Dr. Francisco Vieira Júnior Dr. Márcio Braz de Souza Dr. Marcelo Bigareli Dr. Maurício Dematti Junior Dr. Rubens José Bataglini Dra. Solange Batista do Prado
Comissão de arte sacra (Conservação, Restauração e Construção) Coordenador: Pe. Nelson Antonio Demiciano |
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Câmera Eclesiástica |
Câmera Eclesiástica Pe. Sidney Wilson Basaglia – Juiz Auditor Pe. Tadeu Francisco Bonetti – Juiz Auditor Adjunto Adriano Caetano Filho – Notário |
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Coordenação de Pastoral |
EQUIPE EXECUTIVA: Coordenador de Pastoral : Pe. Carlos Roberto Panassolo Secretária: Irmã Maria Eny de Lourdes Paschoal Colaboradora: Margarida Hulshof Expediente na Cúria: quinta-feira das 14h30 às 17h00
COORDENAÇÃO DIOCESANA DE PASTORAL Dom Pedro Carlos Cipolini – Bispo diocesano Mons. Pedro Maia Pastana – Vigário Geral Pe. Carlos Roberto Panassolo – Coordenador de Pastoral Pe. Edgar de Barros Briozo – Vigário Forâneo Pe. Charles Franco Peron– Vigário Forâneo Pe. Tadeu Francisco Bonetti – Vigário Forâneo Margarida Hulshof - Secretária do Conselho Diocesano de Pastoral Ana Aparecida Marques – Coordenadora da Pastoral Carcerária. Ana Maria dos Santos Silva – Coordenadora da Pastoral da Pessoa Idosa André Rossi (Seminarista) – Assessor da Pascom Cacilda Alves Felippe Martins - Coordenadora das Campanhas Carlos Roberto de Oliveira (Seminarista) e Kleber Giraldi – Coordenação Colegiada do Setor Juventude Carlos Roberto Pedroso de Morais – Coordenador do Diálogo Ecumênico Edílson José Camilo – Coordenador da Pascom Eliana Antonia Ferraz – Coordenadora da Catequese Graci Terezinha Sai de Santana – Coordenadora da R.C.C. Irmã Antonia S. Martinho – Coordenadora da Pastoral da Sobriedade Irmã Maria Celina Aparecida Brolese–Coordenadora do Apostolado da Oração Irmã Maria Eny de Lourdes Paschoal – Coordenadora do Núcleo da CRB Irmã Marilene de Castro – Coordenadora do COMIDI Letícia Maria de Lima – Coordenadora da C aritas Diocesana Leonardo Caetano de Almeida (Seminarista) – Assessor da Past. da Educação Luiz Aparecido da Silva – Coordenador dos Ministros Extr. da Distribuição da Sagrada Com. Eucarística Luiz Augusto Lemes – Coordenador Cons. Central da Soc. S. Vicente de Paulo Marilande Ap. Broleze Pavan – Coordenadora da Pastoral da Criança Mário Zonzini e Cleone Ap. Manetti Zonzini – Coordenadores da Pastoral Familiar Neuza Z. Natariani e Orley Zucatto M.N.Assis – Coordenadoras Past.Educação Oderaldo Castelani – Coordenador do T.L.C. Wilson Antonio Franco Costa e Mª Lúcia G. Ferreira Costa – Coord.E.C.C.
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Brasão da Diocese |
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Em uma época como a nossa, na qual os símbolos tem grande valor e a semiótica ensina a usá-los e interpretá-los, buscamos na longa tradição da Igreja, os sinais que indicam, sinalizando, as realidades eclesiais, no caso aqui a diocese.
Descrição: Escudo português de blau (azul) faixado de três ondados de argente (prata), brocante sobre o campo uma cruz em tau de goles (vermelho) filetada de jalde (ouro) e, sobre a peça, nas extremidades da faixa horizontal as letras gregas alfa e ômega de jalde (ouro) e, na ponta, uma lis de argente. Pousados sob o escudo uma cruz hastil à destra e um báculo pastoral à sinistra, ambos de jalde (ouro) e postos em aspa. Timbra o conjunto uma mitra episcopal de jalde (ouro). Como divisa em um listel de jalde (ouro) forrado de goles (vermelho) a inscrição Diocese de Amparo e a data 23/12/1997dividida nas extremidades, tudo em capitais de sable (preto).
Simbologia: O campo azul, cor varonil símbolo da justiça e da paz, representa a extensão da Diocese de Amparo com suas belas montanhas e o céu azul. Campo de missão para implantação do Reino de Deus, reino de santidade como justiça e paz. As ondas prateadas simbolizam as águas virtuosas que esta região privilegiada contém, sinalizam o batismo, fonte de água viva que abre as portas salvação. A cruz vermelha (tau), cor da vida, coragem e do sangue, sobreposta ao campo azul e ocupando o lugar de honra, é a figura de Jesus Cristo Redentor, Caminho, Verdade e Vida. Ele é a Palavra de Deus sinalizada pelas letras do alfabeto grego, Palavra que nos chama a fazer parte da Igreja Povo de Deus: discípulos e missionários. A flor de liz aos pés da cruz representa Maria Santíssima, mãe de Jesus, a Senhora de Amparo, padroeira da Diocese, discípula fiel e modelo para toda a Igreja. Com ela a Igreja de Amparo deseja permanecer enraizada na fé e na caridade que é Cristo nossa esperança. |
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História |
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Em terreno doado por João Bueno da Cunha, um dos primeiros povoadores de Amparo, foi construída uma capela na qual foi colocada a imagem de Nossa Senhora do Amparo que deu nome a seu município. A Igreja Matriz foi construída atrás do local onde se encontrava a capela primitiva, por idéia do padre José Gomes Pereira da Silva, cujo vicariato se iniciou em 1839 e findou em 1849. A benção da igreja aconteceu em 2 de fevereiro de 1878. a imagem de Nossa Senhora do Amparo, que veio da cidade do Porto, Portugal, foi encomendada por dona Anna Cintra, esposa do Barão de Campinas. Em meados dos anos 20 foi feita uma grande reforma, com projeto do engenheiro civil amparense Dr. Amador Cintra do Prado, quando foram erguidas as torres e reforçadas as paredes, que ganharam, então, sua espessura atual. Foram abertas as naves laterais, que até então eram formadas por salas, e foi criada a estrutura necessária para levantar uma cúpula prevista no projeto, mais ainda não executada. Os púlpitos e confessionários foram feitos por Albano Pereira e João Siqueira, na oficina de marcenaria de sua propriedade e os quatros a óleo são de Benedito Calixto, mais recentemente foi contratado o pintor Mario Thomazi, para efetuar a pintura e decoração da Igreja Matriz, que foram concluídas por volta de 1950. Durante a construção da Igreja Matriz, bem como durante a sua reforma, pintura e decoração, a Igreja do Rosário foi utilizada para os serviços religiosos. A paróquia Nossa Senhora do Amparo tem sob sua jurisdição a Igreja do Rosário, de Nossa Senhora de Fátima e o Patronato Jesus Crucificado. Endereço: Praça Mons. João Batista Lisboa S/Nº Centro - Amparo/SP CEP 13.900-970 Fone: (19) 3807-5748 Exibir mapa ampliado |
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Diretrizes de Sacramentos |
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1º Plano de Pastoral |
PROCESSO DE PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO DO 1º PLANO DE PASTORAL DIOCESANO Como parte da Construção do 1º Plano de Pastoral Diocesano, somos chamados, como Igreja Diocesana, a estabelecer um processo contínuo de formação. Conforme já programado, vivenciamos neste ano de 2011 uma etapa desse processo. Vamos relembrar o processo que percorremos e o que ainda vamos percorrer no ano de 2012/2013. No transcorrer de 2011 foi pensado realizar 04 momentos de formação, a saber: - 1º Momento: ocorreu nas Foranias, com o estudo da Verbum Domini com nosso Bispo Diocesano; - 2º Momento: ocorreu nas Paróquias, por meio de dois encontros sobre o Documento de Aparecida/DAp (o primeiro encontro com a apresentação do conteúdo do subsídio do Celam “Chaves para uma Leitura do Documento de Aparecida”, e o segundo encontro sobre os caps. 03, 04 e 05 do DAp, abordando “ A Vida de Jesus Cristo nos Discípulos Missionários). - 3º Momento: denominado “ENCONTRO FORMATIVO INTEGRADO”, visou o estudo do capítulo 06 do DAp (“ O CAMINHO DE FORMAÇÃO DOS DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS”). Esses encontros ocorreram nas Foranias, o momento foi dividido em quatro momentos: - Oração inicial e a Palavra do Bispo Diocesano – Dom Pedro Carlos; - Apresentação do Conteúdo proposto; - Momento de Espiritualidade (Discípulos e Missionários de Jesus Cristo); - Trabalho em Grupo e Plenário, em preparação à 1ª. Assembléia Diocesana Formativa. - 4º Momento foi a 1ª. ASSEMBLÉIA DIOCESANA FORMATIVA – que ocorreu em 06 de novembro a partir das 14h00, no Centro de Convenções em Serra Negra, unindo no mesmo local agentes de todas as paróquias da Diocese. A Assembléia contou com um momento de oração, seguido da palavra do Bispo que apresentou a terceira parte do Documento de Aparecida. O encontro contou ainda com a exposição da Tabulação do resultado do Questionário que foi respondido nos encontros foranicos, seguido de uma retrospectiva dos principais trabalhos pastorais desenvolvidos na Diocese no ano de 2010/2011 e a apresentação da Proposta de atividades para 2012 em continuidade para a elaboração do Plano de Pastoral. Por fim, apresentamos o resultado da Tabulação da Pesquisa feita que será refletido e analisado nos próximos encontros. A cada dupla foi pedido para escolher apenas uma opção levantada a partir da Tabulação das Resposta do Encontro Integrada nas Foranias, passamos abaixo a relação em ordem de escolha dos participantes, dados esses importantes para deslumbrar os encaminhamentos para 2012: 1) Familia; 2) Melhorar a Comunicação e as relações entre pastorais; 3) União, Comunhão e Participação; 4) Formação Permanente; 5) Juventude; 6) Encontro Pessoal com Jesus - Discipulado; 7) Missão; 8) Acolhimento; 9) Catequese Permanente; 10) Espiritualidade; 11) Conversão pessoal; 12) Valorização da Palavra; 13) Testemunho; 14) Dialogo; 15) Opção preferencial pelo pobre; 16) Conversão Pastoral; 17)outros:- Amor ao próximo, Comprometimento; Envolvimento dos padres; ECC como 1a. opção para evangelizar a Familia e todas as opções acima. Veja algumas fotos aqui PLANEJAMENTO PASTORAL 2012 e 2013, RUMO À ELABORAÇÃO DO 1º PLANO DIOCESANO DE PASTORAL 1º Momento – Estudo por Forania, do Documento 94 da CNBB – DIRETRIZES GERAIS DA AÇÃO EVANGELIZADORA DA IGREJA NO BRASIL (2011 – 2015): Capítulo III – Urgências na Ação Evangelizadora Capítulo IV – Perspectivas de ação. Esse encontro se realizará nos seguintes dias, com início sempre às 14h00: 26/02 – Forania São José – às 14h00 – na Paróquia Santo Antonio, em Itapira. 04/03 – Forania Nossa Senhora do Rosário – às 14h00 – na Paróquia Nossa Sra. do Rosário, em Serra Negra. 11/03 – Forania Sant’Ana – às 14h00 – na Paróquia Sant’Ana, em Pedreira. 2º Momento - Serão dois encontros por Paróquia no período que vai de 10 de Abril e 26 de Maio de 2012. 1º Encontro Paroquial (50 anos do Concílio Vaticano II. Decreto sobre o Apostolado dos Leigos – APOSTOLICAM ACTUOSITATEM) – Palestrantes: Párocos. Paróquia Nossa Senhora das Graças/Águas de Lindóia – 17 de Abril às 19h30 Paróquia Nossa Senhora do Amparo – 15 de Maio às 19h30 Paróquia São Benedito/Amparo – 10 de Abril às 19h30 Paróquia São João Batista/Amparo – 26 de Abril às 20h00 Paróquia N. Sra. Aparecida de Arcadas/Amparo – 17 de Maio às 19h30 Paróquia São Sebastião/Amparo – 25 de Abril às 19h30 Paróquia Nossa Senhora das Brotas/Lindóia – 03 de Maio às 19h30 Paróquia Santuário do Senhor Bom Jesus/Monte Alegre do Sul – 09 de Maio às 20h00 Paróquia Nossa Senhora do Rosário/Serra Negra – 23 de Abril às 20h00 Paróquia São Francisco de Assis/Serra Negra – 18 de Abril às 19h30 Paróquia N. Sra. da Penha/Itapira – 01 de Maio às 19h30 Paróquia Santo Antonio/Itapira – 27 de Abril às 19h30 Paróquia São Benedito/Itapira – 10 de Abril às 19h30 Paróquia São Judas Tadeu/Itapira – 27 de Abril às 20h00 Paróquia N. Sra. Aparecida dos Prados/Itapira – 15 de Maio às 19h30 Paróquia Santa Rita de Cássia/Itapira – 26 de Abril às 20h00 Paróquia Santa Cruz/Mogi Mirim – 22 de Abril às 14h30 Paróquia São Benedito/Mogi Mirim – 28 de Abril às 19h30 Paróquia São José/Mogi Mirim – 21 de Maio às 19h30 Paróquia Senhor Bom Jesus do Mirante/Mogi Mirim – 22 de Maio às 19h30 Paróquia São Joaquim e Sant’Ana/Mogi Mirim – 08 de Maio às 19h30 Paróquia São Pedro Apóstolo/Mogi Mirim – 22 de Abril às 19h30 Paróquia Divino Espírito Santo/Holambra – 29 de Abril às 14h30 Paróquia Santa Maria/Jaguariúna – 17 de Abril às 19h30 Paróquia Sagrado Coração de Jesus/Jaguariúna – 24 de Abril às 19h30 Paróquia Beata Irmã Dulce/Jaguariúna – 22 de Abril às 19h30 Paróquia Sant’Ana/Pedreira – 20 de Abril às 20h00 Paróquia Santo Antonio de Pádua/Pedreira – 15 de Maio às 19h30 Paróquia N. Sra. Aparecida do Triunfo/Pedreira – 11 de Abril às 19h30 Paróquia Santo Antonio/Santo Antonio de Posse – 16 de Maio às 19h30 2º Encontro Paroquial (Carta Pastoral de Dom Pedro Carlos a ser entregue em 05 de abril, na Missa dos Santos Óleos, na Catedral Diocesana). Palestrantes: Equipe Executiva. Paróquia Nossa Senhora das Graças/Águas de Lindóia – 19 de Abril às 19h30 Paróquia Nossa Senhora do Amparo – 22 de Maio às 19h30 Paróquia São Benedito/Amparo – 16 de Maio às 19h30 Paróquia São João Batista/Amparo – 10 de Maio às 20h00 Paróquia N. Sra. Aparecida de Arcadas/Amparo – 24 de Maio às 19h30 Paróquia São Sebastião/Amparo – 09 de Maio às 19h30 Paróquia Nossa Senhora das Brotas/Lindóia – 24 de Maio às 19h30 Paróquia Santuário do Senhor Bom Jesus/Monte Alegre do Sul – 16 de Maio às 20h00 Paróquia Nossa Senhora do Rosário/Serra Negra – 30 de Abril às 20h00 Paróquia São Francisco de Assis/Serra Negra – 25 de Abril às 19h30 Paróquia N. Sra. da Penha/Itapira – 02 de Maio às 19h30 Paróquia Santo Antonio/Itapira – 04 de Maio às 19h30 Paróquia São Benedito/Itapira – 11 de Abril às 19h30 Paróquia São Judas Tadeu/Itapira – 18 de Maio às 20h00 Paróquia N. Sra. Aparecida dos Prados/Itapira – 16 de Maio às 19h30 Paróquia Santa Rita de Cássia/Itapira – 24 de Maio às 20h00 Paróquia Santa Cruz/Mogi Mirim – 13 de Maio às 14h30 Paróquia São Benedito/Mogi Mirim – 05 de Maio às 19h30 Paróquia São José/Mogi Mirim – 22 de Maio às 19h30 Paróquia Senhor Bom Jesus do Mirante/Mogi Mirim – 29 de Maio às 19h30 Paróquia São Joaquim e Sant’Ana/Mogi Mirim – 09 de Maio às 19h30 Paróquia São Pedro Apóstolo/Mogi Mirim – 13 de Maio às 19h30 Paróquia Divino Espírito Santo/Holambra – 08 de Maio às 19h30 Paróquia Santa Maria/Jaguariúna – 24 de Abril às 19h30 Paróquia Sagrado Coração de Jesus/Jaguariúna – 25 de Abril às 19h30 Paróquia Beata Irmã Dulce/Jaguariúna – 25 de Maio às 19h30 Paróquia Sant’Ana/Pedreira – 27 de Abril às 20h00 Paróquia Santo Antonio de Pádua/Pedreira – 18 de Maio às 19h30 Paróquia N. Sra. Aparecida do Triunfo/Pedreira – 12 de Abril às 19h30 Paróquia Santo Antonio/Santo Antonio de Posse – 17 de Maio às 19h30 3º Momento – Encontro Formativo Diocesano, abordando os Aspectos Sociais, Culturais, Religiosos, Políticos e Econômicos da atualidade presente em nossa Diocese. O encontro ocorrerá no dia 03 de Junho de 2012, às 14h00, no Centro de Convenções, em Serra Negra. 4º Momento – 2ª Assembléia Diocesana. Nela irá se definir 03(três) prioridades pastorais. Participarão 10(dez) pessoas por Paróquia, sendo 05(cinco) indicação do padre e outras 05(cinco) por eleição, mas todas devem ter participado dos encontros de formação. Ocorrerá no dia 19 de Agosto de 2012, às 14h00, na Paróquia São Benedito, em Amparo. 5º Momento – 3ª Assembléia Diocesana para a Articulação e Planejamento das Atividades relativas a cada prioridade e indicação de nomes para a Equipe de Redação (02 pessoas por Forania). Será no dia 28 de Outubro de 2012, às 14h00, na Paróquia São João Batista, em Amparo. 6º Momento – 4ª Assembléia Diocesana que apresentará para aprovação o 1º Plano de Pastoral da Diocese de Amparo. O local ainda está por definir e ocorrerá em Fevereiro de 2013. A equipe que redigirá o Plano de Pastoral será assim composta: Bispo Diocesano + Membros da Coordenação Diocesana de Pastoral + Comissão Executiva + 02 representantes escolhidos por Forania + 02 membros do Conselho de Presbíteros. A entrega do Plano de Pastoral ocorrerá em Março de 2013. Contamos com a participação ativa de todos aqueles que já iniciaram esse processo de formação e discernimento, mas também com a oração de todos para o desenvolver de todas as atividades a Luz do Santo Espirito. |
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Dedicação |
Todo edifício destinado à reunião do povo de Deus seja dedicado ao Senhor em rito solene. Porque é importante essa consagração? Pelo fato de esse edifício ser sinal do povo de Deus que ali se reúne para ouvir a Palavra de Deus, rezar em comum, freqüentar os sacramentos, celebrar a Eucaristia. Santo Agostinho, já no século V, se referia à consagração da igreja a Deus e não aos mártires: “Nós não erigimos altares aos mártires para oferecer-lhes sacrifícios, mas ao Deus único, Deus dos mártires e nosso. São nesse sacrifício, nomeado em seu lugar e em sua ordem como homens de Deus que venceram o mundo, confessando seu nada. O sacerdote que oferece o sacrifício não os invoca, porque oferece a Deus e não a eles, embora ofereça em suas memórias. E sacerdote de Deus, não dos mártires.” No seu sentido etimológico, o verbo “dedicar” significa “proclamar solenemente”. A palavra “dedicação”, na sua origem, não tinha um sentido especificamente cristão. Estava presente na vida social e religiosa. “Dedicar” quer dizer destinar, atribuir, oferecer, inaugurar. Na Sagra Escritura, a palavra “hanukka” (Nm 7,11; 2Cr 7,5; Esd 6,16) foi traduzida para o grego como “encênia”, que significa inauguração. As raízes bíblicas dos ritos de dedicação aparecem em Gn 28,18 (dedicação da coluna de pedra); Nm 7,10-11.84.88 (dedicação de altar); Dt 20,5 (dedicação de casas), e sobretudo as diversas dedicações do templo, por Salomão (1Rs 8,1-66), por Esdras (Esd 6,15-18) e a purificação do templo por Judas Macabeu (1Mc 4,36-59), renovada anualmente na festa da hanukká. A dedicação das igrejas é um rito muito antigo, caracterizado pelo seu aspecto festivo e popular. O Vaticano II apresenta a Igreja como o ovo de Deus reunido pela unidade do Pai, do Filho e do Espírito Santo (L ). É muito importante notar que ao fazer a reflexão sobre a Igreja, o Concílio não se limitou àquilo que é visível como, por exemplo, a sua organização, mas foi até o mistério, isto é, à fonte de onde jorra a Ireja: a comunhão da Santíssima Trindade. O novo Ritual recupera a riqueza do rito da dedicação, inserindo-o dentro da celebração eucarística, que na igreja primitiva era em si, a própria dedicação. Na celebração da dedicação, o povo dá graças à Santíssima Trindade, porque neste lugar reside a glória do Senhor, é lugar de oração e súplica, de culto e adoração, de graça e santificação. É o luar onde o povo cristão busca o Deus vivo e verdadeiro. A oração de dedicação tem justamente o objetivo de indicar que a igreja é dedicada a Deus. A igreja catedral é o lugar privilegiado de encontro com Deus, onde se recebe o tesouro da fé, partindo do batismo. |
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